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Sexta-feira, 16 de Maio de 2008

Educação sexual nas escolas!?

             A sexualidade ainda hoje continua a ser um tabu para a maioria dos pais, a educação que receberam ou os meios onde viveram não lhes permitiu serem muito abertos no que toca a este assunto e isso faz com que se sintam inibidos de falar com os seus filhos, muitos até pensam “o/a meu/a minha filho/a ainda e muito novo/a”, “ele/a ainda não faz essas coisas”…

            O que é certo é que hoje em dia os jovens começam cada vez mais cedo a descobrir a sexualidade e apesar de muita informação já existente continuam a existir bastantes dúvidas e cada vez mais casos de gravidez na adolescência, o que nos leva a crer que é bastante importante que os adolescentes tenham um adulto com quem possam falar abertamente.
            Cabe então aos professores e educadores assumir  também esse papel fundamental, talvez por não sermos da família os adolescentes se sintam mais à vontade para questionar certas coisas do que com os próprios pais.
            Torna-se cada vez mais uma necessidade de existir educação sexual (numa perspectiva disciplinar) nas escolas, sendo um direito das crianças/adolescentes e até mesmo dos próprios pais. Dando assim a conhecer a sexualidade, nomeadamente as DST (doenças sexualmente transmissíveis) e a gravidez não desejada e precoce. Este tema nas escolas, tem como objectivo principal tornar as crianças e os jovens mais responsáveis nas suas atitudes e nas decisões que tomam.
            Para se poderem exprimir da melhor forma é importante que os professores tenham no mínimo uma pequena formação (o que explicar aos alunos e a melhor forma de o explicar), algumas ESE’S (escolas superior de educação), como a de Setúbal do Porto entre outros, já começaram a apostar nesta formação, também era importante existirem acções de formação para os próprios encarregados de educação.
 
Sexualidade nas escolas. Sim ou Não, eis a questão?

 
publicado por pretO nO rOs@ às 18:47
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2 comentários:
De Anónimo a 19 de Maio de 2008 às 09:26
"Inquiridos pelo filho acerca da forma como tinha nascido, os pais, embaraçados, responderam-lhe que tinha nascido através de um buraco existente no tecto. Certo dia, a entrada da água por esse buraco obrigou o pai a tapá-lo, precisando da ajuda da esposa para o elevar. Nesse momento, o menino foi atender o telefone, que tocava. Foi-lhe pedido que chamasse o pai, ao que ele respondeu: - Ele não pode vir. Está em cima da minha mãe a tapar o buraco por onde eu nasci."

Esta citação pode ilustrar as inúmeras famílias onde a educação sexual ainda é tabu.

Torna-se assim importante desmistificar a temática da educação sexual para os jovens! =)

Filipa e Joana
De Ana Martins a 29 de Maio de 2008 às 21:57
Na minha humilde opinião, a educação Sexual nas escolas deve ser entendida como um contributo para a formação pessoal e social dos jovens, para a promoção da sua saúde sexual e reprodutiva e ser vista como uma componente da educação em geral e da educação para a saúde em particular. Sendo a sexualidade uma das características humanas mais determinadas
e moldadas pelo processo de socialização, na
medida em quem o que somos, pensamos, desejamos e fazemos, a nível sexual, é resultado de um processo contínuo de aprendizagens, interacções e reflexões, realizado em vários territórios da nossa vida, como o ecossistema familiar, os contextos sociais de aprendizagem formal e informal,a sua abordagem deve ser contínua, sistemática e estruturada. Por um lado a educação sexual deve ser dinamizada pelos professores utilizando o seu espaço curricular de uma forma transversal, o que poderá possibilitar aos alunos trabalhar as várias dimensões da sexualidade, criando espaços de discussão e de troca de opiniões que contribuem para a construção das suas próprias ideias e juízos de valores, ganhando, assim, aos poucos segurança, auto-confiança, responsabilidade e uma melhor consciência de si e do mundo.

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